
Por que os vinhos brancos dispararam em 2025
Vinho branco deixou de ser coadjuvante no verão brasileiro e virou protagonista nas taças.
Os dados mais recentes mostram um avanço bem mais rápido dos brancos em relação aos tintos, puxado por clima quente e busca por frescor, leveza e teor alcoólico mais baixo. Isso acompanha um movimento global: consumidor mais curioso, explorando uvas diferentes, estilos mais vibrantes e vinhos com acidez marcada, ideais para dias quentes e para a mesa do dia a dia.
Pra mim, esse salto faz todo sentido: quando o calor aperta, o tinto mais encorpado cansa rápido, enquanto o branco gelado conversa melhor com praia, piscina, frutos do mar e encontros informais. Eu vejo os brancos ganhando espaço não só no verão, mas como porta de entrada para quem está começando no mundo do vinho.
Parte prática, se você quer aproveitar essa onda:
• Dê chance a uvas menos óbvias (Alvarinho, Viognier, Assyrtiko, Pálava) além do clássico Chardonnay
• Priorize vinhos com boa acidez para acompanhar saladas, peixes e pratos leves
• Sirva bem gelado, mas sem congelar o aroma: algo em torno de “geladeira cheia”, não freezer
Entender esse movimento ajuda a escolher melhor o que colocar na taça em cada estação.
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