
Por que eu fico caçando novos vinhos brasileiros
Muita gente ainda pensa em “vinho brasileiro” como algo restrito à Serra Gaúcha, mas o cenário hoje é bem mais amplo e interessante. Em 2025 tivemos crescimento de produção, prêmios importantes lá fora e rótulos de regiões que quase ninguém associava a vinho ganhando destaque.
Pra mim, é justamente por isso que vale ficar de olho em novos rótulos nacionais: cada safra está trazendo surpresas, de vinhos de inverno em Minas a projetos no agreste pernambucano, passando pelas montanhas capixabas. Eu vejo assim: acompanhar esses lançamentos é entender, na prática, como o nosso mapa de terroirs está se redesenhando.
Na hora de escolher, eu costumo olhar para três coisas: quem é a vinícola, de onde vem a uva e o estilo que eu quero beber naquele momento. Também penso em duas perguntas simples: esse rótulo representa algo novo na região e o que falam dele em avaliações sérias ou concursos? Com isso em mente, dá para usar listas de “vinhos para ficar de olho” como ponto de partida, não como verdade absoluta, e ir construindo sua própria referência de produtores e regiões brasileiras.
No fim, acompanhar esses novos rótulos é uma forma de conhecer melhor o vinho brasileiro e fazer escolhas cada vez mais conscientes na taça.
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