
Colheita noturna: enoturismo que vira memória
Colher uva à noite, jantar entre os parreirais e ver a próxima safra “nascer” ao seu redor: isso é enoturismo de experiência em estado puro.
Na vindima da Serra Gaúcha, algumas vinícolas transformam a colheita em vivência completa. A Vinhos Larentis, por exemplo, criou a Colheita Noturna: o visitante conhece bastidores da vinícola, prova vinhos direto de tanques e cave, depois entra no vinhedo sob a lua para colher as uvas e termina em uma grande mesa montada entre as fileiras, com jantar harmonizado. Já na Madre Terra, em Flores da Cunha, a proposta é mais contemplativa, ligada à agricultura regenerativa e ao ritmo da natureza, com experiências como caminhar, cozinhar e degustar em total conexão com o lugar.
Pra mim, esse é o enoturismo que faz sentido: menos “tour de foto” e mais participação real no ciclo do vinho, unindo território, gastronomia e afeto.
Parte prática rápida:
• Observe se a vinícola envolve o visitante em alguma etapa da vindima (colheita, pisa, bastidores da cantina).
• Prefira experiências que conectem vinho com comida local e paisagem, não só degustação em balcão.
• Se possível, participe em horários diferentes (como à noite) para sentir outra atmosfera do vinhedo.
No fim, a garrafa leva o rótulo da vinícola, mas a lembrança é da experiência que você viveu ali.
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